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17/01/2022 às 14h56 - atualizada em 17/01/2022 às 15h56

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Larissa Barusso

Cajamar / SP

Meteorito é visto por moradores do Triângulo Mineiro
A entrada do corpo celeste na Terra foi flagrada por moradores de Uberlândia, Patos de Minas, Nova Ponte, Santa Juliana, Pedrinópolis e Perdizes. Fragmentos podem ter atingido o solo.
Meteorito é visto por moradores do Triângulo Mineiro
FONTE: Nasa
Os relatos, vindos principalmente da região do Triângulo Mineiro, informam que a bola de fogo cruzou o céu vindo do oeste e iluminou a noite por alguns segundos. Segundo alguns depoimentos, um rastro de luz foi deixado no céu seguido de um estrondo.
De acordo com a BRAMON, a Rede Brasileira de Observação de Meteoros, o fenômeno ocorrido às 20:53 (horário de Brasília) desta sexta, 14 de janeiro, trata-se de um bólido, ou seja, um meteoro muito luminoso.


O FENÔMENO
Os meteoros são fenômenos luminosos que ocorrem quando um pedaço de rocha espacial atravessa a atmosfera da Terra. Como esses objetos viajam a altíssimas velocidades, quando atingem nossa atmosfera, acabam comprimindo e aquecendo os gases à sua frente, e esse aquecimento cria uma bolha de plasma que brilha intensamente em torno da rocha. Parece como uma bola de fogo atravessando o céu.

O barulho e os tremores são efeitos da onda de choque gerada quando o meteoro atinge as camadas mais baixas e densas da atmosfera, quando a resistência do ar é tão intensa que acaba fragmentando completamente a rocha.
De acordo com o astrônomo Pedro Las Casas, a denominação do fenômeno depende do tamanho e do local onde a pedra está. No espaço, ela pode ser denominada de asteroide se for muito grande ou meteoróide se tiver poucos metros de diâmetro. Quando entra na atmosfera ela se transforma em meteoro, e se algum fragmento chegar ao solo é chamada de meteorito.

"As pessoas se preocupam se existe a possibilidade de uma pedra dessas cair na nossa casa, por exemplo, e causar um acidente. Existe sim essa possibilidade, mas ela é muito pequena", pontuou Las Casas.

A BRAMON ainda trabalha nos cálculos para determinação do tamanho do objeto e da área de dispersão dos possíveis meteoritos.

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