Técnico repetirá a escalação pela primeira vez na Copa após mudanças táticas e conversas com o elenco.
Carlo Ancelotti durante treinamento da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026 em Morristown, nos EUA Imagem: MAURO PIMENTEL / AFP
Carlo Ancelotti chega ao primeiro mata-mata da Copa do Mundo de 2026 com a seleção brasileira mais próxima da equipe ideal que imaginava. Após testes, lesões e conversas com lideranças do elenco, o treinador definiu a formação que enfrentará o Japão e repetirá, pela primeira vez em 16 partidas, a mesma escalação.
Inicialmente, Ancelotti apostava em um esquema com quatro atacantes para potencializar Vini Jr., mas precisou alterar o modelo após dificuldades apresentadas nos amistosos que antecederam o Mundial. O treinador passou a utilizar três meio-campistas, ajustou o posicionamento de Lucas Paquetá e Bruno Guimarães, recolocou Matheus Cunha no ataque e consolidou Danilo na lateral, mudanças que deram mais equilíbrio à equipe.
O confronto contra o Japão também apresenta um desafio tático. A comissão técnica avalia que os japoneses são extremamente eficientes nos contra-ataques e têm alto aproveitamento nas finalizações. Enquanto Brasil e Japão marcaram sete gols na fase de grupos, a seleção brasileira precisou de 41 chutes para alcançar a marca, contra apenas 28 finalizações dos asiáticos.
Apesar do menor aproveitamento, o Brasil produz mais oportunidades ofensivas, finaliza mais vezes e cria a maior parte de suas chances dentro da área. Já o Japão aposta em ataques mais verticais e em chutes de média e longa distância, exigindo atenção da defesa brasileira na partida que vale vaga nas quartas de final.
Fonte: UOL
FONTE: UOL