SUS ainda não oferece canetas emagrecedoras, mas avalia incorporar medicamentos contra obesidade
Alto custo dos tratamentos impediu a adoção até agora, mas queda nos preços após o fim de patentes pode facilitar a inclusão no sistema público.
Imagem: Banco de Imagens do Canva
O Sistema Único de Saúde (SUS) ainda não disponibiliza canetas emagrecedoras para o tratamento da obesidade, embora o Ministério da Saúde avalie a incorporação desses medicamentos à rede pública. Em 2024, pedidos para adoção da semaglutida e da liraglutida foram negados devido ao impacto estimado de mais de R$ 8 bilhões nos cofres públicos. Atualmente, a principal alternativa oferecida pelo SUS para casos graves é a cirurgia bariátrica, que costuma ter longas filas de espera.
Com o fim da patente da semaglutida e a chegada de versões nacionais e genéricas, o governo acredita que a redução dos preços pode tornar a incorporação mais viável. Um projeto-piloto em Porto Alegre já avalia o uso das canetas em pacientes com obesidade grave, enquanto um novo pedido de inclusão da semaglutida no SUS está em análise pela Conitec, voltado a um grupo específico de pacientes de alto risco cardiovascular.
Fonte: G1
FONTE: G1