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Cultura

11/09/2020 às 13h25 - atualizada em 21/10/2020 às 17h54

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Redação

Cajamar / SP

Exposição itinerante de esculturas de órgãos humanos chega à Estação Luz
Esculturas possuem quase 2 metros de altura cada uma e podem ser vistas das 4h à meia-noite.
Exposição itinerante de esculturas de órgãos humanos chega à Estação Luz
Além das esculturas, haverá materiais informativos nas estações para orientação e esclarecimento de dúvidas da população Foto: Divulgação/Saúde
A Estação Luz da CPTM, na região central de São Paulo, recebe até o dia 2 de outubro a exposição itinerante com esculturas de órgãos do corpo humano montada pelas Secretarias de Estado da Saúde e dos Transportes Metropolitanos para o Setembro Verde, mês que visa conscientizar a população sobre a importância da doação de órgãos. A exposição se iniciou nesta quinta-feira.

As esculturas possuem quase 2 metros de altura cada uma e podem ser vistas das 4h à meia-noite. São cinco obras, simbolizando córnea, pulmão, rim, e duas representando o coração. Além das esculturas, haverá materiais informativos nas estações para orientação e esclarecimento de dúvidas da população.

“A doação de órgãos pode salvar muitas vidas. Esta exposição visa lembrar e conscientizar a população quanto à importância deste gesto”, diz o secretário de Estado da Saúde, Jean Carlo Gorinchteyn.

"A CPTM abriu este espaço na Estação Luz para que mais pessoas possam entender a magnitude da doação de órgãos e que sempre as famílias devem ser informadas sobre o desejo de ser um doador. Nossas estações estão sempre abertas para ações de saúde e conscientização sobre temas importantes como este”, afirma Pedro Moro, presidente da CPTM.

Como ser doador

A doação de órgãos deve ser consentida e quem quiser ser doador deve comunicar os parentes mais próximos sobre o desejo. Não é necessário incluir a informação no RG ou na CNH. A autorização deve ser dada por familiares com até o 2º grau de parentesco. Por isso, é fundamental haver diálogo entre as famílias sobre o desejo de ser ou não doador de órgãos, para facilitar a tomada de decisão.

No primeiro semestre deste ano, foram realizados 2.680 transplantes no Estado de São Paulo, sendo 1.363 de córnea, 856 de rim, 351 de fígado, 60 de coração, 21 de pâncreas e rim, 19 de pulmão e 10 de pâncreas.

Atualmente, 17.379 pessoas aguardam por um órgão em São Paulo, somando 13.211 que precisam de rins, 3.360 córneas, 336 fígado, 135 coração, 107 pulmão, 16 de pâncreas e 214 pâncreas e rim simultaneamente.

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